Arquivo mensal: julho 2014

Decepcionados com Deus – Philip Yancey (Reflexão)

A leitura deste livro pra mim tem trazido conforto e confronto. Conforto por conhecer através da iluminação do texto bíblico pelo autor que nos traz o entendimento da manifestação de um Deus vivo, um Deus q intervém em nossa história, mas um Deus q deseja ser amado! E aí que entra a parte do confronto, este “amor” deve ser revelado pela fé. Não em troca, em barganha, por emoção, por sentimento, mas um amor racional, de devoção, vivido constantemente sem esperar nada em troca a não ser o prazer de ter esse amor aceito pelo seu criador.

Por isso é desafiador. Porque precisamos lembrar que ao se manifestar ao seu povo, nada impediu que esse adorasse outros deuses, ao fazer prodígios e maravilhas por seus profetas nada os impediu de caçá-los e matá-los. E então chegou o tempo que Deus usou os seus profetas apenas para mencionar a Sua palavra, e a partir de então a fé teria que ser praticada sem o palpável, o concreto, mas pela certeza daquilo que não se vê.
Pois é, hoje nos questionamos sobre os milagres, sobre a nuvem de fumaça, sobre a cortina de fogo, mas não questionamos nossa obediência. E essa é a parte da manifestação do nosso amor a Deus.

Questionamos o mal, o sofrimento, as dores, as doenças, mas não colocamos em questionamento a nossa fé, a nossa devoção, a nossa conduta.

Clamamos por uma manifestação em nossas vidas a fim de que todas as dúvidas quanto a Sua bondade venham desaparecer e que a fé venha se revelar mais forte do que nunca, mas ao invés disto o silêncio deste Deus poderoso coloca em prova a nossa perseverança em ama-Lo pelo que Ele é.

Como podemos dizer que Deus é amor diante das mães que perdem seus filhos por doenças terríveis?Como podemos dizer que Deus está no controle do mundo diante de tanta miséria, desigualdade, injustiça e sofrimento? Por fim como podemos crer num Deus que permite que muitos dos seus seguidores agonizem até a morte por amor a Ele?

Podemos afirmar que Deus é amor pela sua maior prova de compaixão, enviou o seu filho inocente pra morrer como assassino. E mesmo com todo o sofrimento que passou não exigiu nenhuma manifestação doida de amor de sua criação a não ser Crer de todo o coração em seu maior ato de redenção.

Por este motivo ganhamos a nossa liberdade para ama-Lo ou não ama-Lo, não mais forçado ou por lei, mas simplesmente por reconhecer quem Ele é. Deus em todo momento em sua palavra revela que o maior ato de amor do humano a Ele é a fé, seja ela manifesta na alegria ou na tristeza.

“O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará.” (‭1 Coríntios‬ ‭13‬:‭8‬ NVI)

Os jogadores de futebol precisam de mística além de psicologia

Leonardo Boff

Foi uma idéia construtiva da CBF e do grupo técnico da seleção de futebol brasileira ter convocado uma psicóloga experiente na área, Regina Brandão, para acompanhar os jogadores nos seus jogos. A incorporação do acompanhamento psicológico já existe há anos na seleção alemã. O sentido é evidente: criar uma atmosfera de serenidade interior, celebrar as vitórias de forma controlada e criar as condições de uma boa resiliência nas derrotas, vale dizer, saber dar a volta por cima, aprender dos erros e melhorar o desempenho.

Mas estimo que isso ainda não é suficiente. A psicologia pode ser enriquecida com a mística. Não me venham logo dizer que estou introduzindo religião no futebol. Precisamos antes demais nada desmistificar a mística. Ela tem muitos significados, sendo que dois são principais: o sentido sociológico e o sentido espiritual mas não confessional.

Dou dois exemplos que esclarecem melhor do que muitas palavras. Nos dias 17…

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Eu sou BRASIL

Bandeira-do-Brasil-Estilizada-350x2501Não se engane, REDE SOCIAL não representa opinião, trata-se de manifestação social e muitas vezes impensada e repentina.

Inocente quem acha q uma derrota retrata a “indignação” ou não de um “povo”, muito ingênuo quem acha que uma avalanche de frases contraditórias reflete o pensamento do “povo” brasileiro.

Infelizmente temos pouca reflexão e muita verborragia impensada e infrutífera a fim de apenas mostrar um falso conhecimento e senso crítico diante do momento vivido pelo mundo e principalmente pelo Brasil.

Somos derrotados não no futebol, não pela Alemanha, mas pela ignorância, pela falta de educação, compaixão e amor ao próximo. Cansa essa brincadeira de criticar e não se envolver com nada.

Como todo brasileiro q torce pelo seu país estou triste, e muito triste por ver oportunistas sensacionalistas com suas críticas vazias e pessimistas, q jogam a esperança para longe de um “povo” vencedor por natureza. Toda análise tem um lado, mas uma boa análise sabe diferenciar os pontos que compõe todos os lados!

Sou Brasileiro, amo meu país, amo minha gente, amo futebol e honrarei sempre aquele que me representa, seja no futebol, seja na F1 ou seja na Política. Cidadania se constrói com amor, elogio, contribuição, solidariedade, cumplicidade! Toda boa crítica deve ser construtiva e não destrutiva.

A terra adorada, idolatrada, salve salve. Entre outras mil eu SOU Brasil!!!